domingo, 28 de agosto de 2016

AMIZADES NAS REDES SOCIAIS

Mais uma etapa se inícia e chega a hora de planejarmos nossas ações para adentrarmos na escola.
Planejar é o momento de pensarmos sobre nossas ações e refletir sobre nossa prática é também o momento de identificar as necessidades que precisam ser trabalhadas em sala de aula. Considerando estes aspectos, começamos a pensar sobre nossa ação pedagógica, a partir da construção do plano de aula que teve como tema central “Amizades nas redes sociais”.
O tema proposto surgiu a partir da necessidade de conscientizarmos e orientar os alunos do 4º Ano sobre a importância das redes sociais como também os riscos e perigos que estas oferecem. Muitos são os motivos que nos levam a participar das redes sociais, tais como: socialização, entretenimento, projetos, eventos, a busca pelo conhecimento entre outros, porém as redes sociais não é um ambiente onde devemos postar todos os nossos momentos nem t
ão pouco interagir com qualquer pessoa sem ao menos saber de quem se trata.

Partindo desse pré-supostos, desenvolvemos nossa oficina com a pretensão de orienta-los como manusear estes ambientes virtuais com segurança. Iniciamos o trabalho socializando o tema, com o intuito de levantarmos os conhecimentos prévios sobre o assunto a ser desenvolvido. Percebemos que estavam bem engajados em relação ao tema, afinal as redes sociais é um espaço fascinante, porém fez-se necessário discorrermos sobre como utilizá-las com prudência e responsabilidade, pois o mal uso pode se transformar em um grande problema. Ao final percebi que obtivemos grandes resultados, os alunos foram participativos e se envolveram nas atividades propostas.

Refletindo sobre minha prática, posso dizer que durante esses dois dias de intervenção aprendi e muito com os alunos, pois nunca estamos completamente com conhecimentos formados sem nada à mais para acrescentar, esses momentos sem dúvida servirão como base para a minha postura profissional.

domingo, 13 de março de 2016

REFLETINDO SOBRE MINHA PARTICIPAÇÃO NO PIBID



Através das imagens que criei vou descrever minha experiência no programa PIBID, buscarei viabilizar um diálogo entre a teoria e minha prática. As imagens representam minha experiência durante todo percurso de dois anos, onde tive a oportunidade de conhecer de perto a realidade da escola e apropriar-me de conhecimentos valiosos, dando-me embasamento para os eventuais problemas que permeiam o contexto escolar. Nas imagens trago uma “escada”, simbolizando minha trajetória estudantil. Perpassei por vários momentos difíceis ao longo do caminho principalmente no primeiro ano em que ingressei na faculdade, tive que adaptar-me ao novo estilo de vida e ritmo de estudos, começar a estudar com mais complexidade e profundidade aquilo que tinha sido apenas pincelado no ensino médio e muitas vezes, assuntos que nem nunca tinha ouvido falar. Considero minha entrada na universidade como uma descoberta de um mundo novo cheio de desafios que necessitei enfrenta-los. No início da caminhada tudo parecia ser muito fácil, pois começamos com as rodas de conversa e discussões de temas mais simples logo depois vieram os estudos sobre os teórico e as teorias que iram me dá subsídios para o exercício na minha profissão, e eu não conseguia relacionar a teoria com a prática, mas a partir do momento em que fomos para o chão da escola tudo começou a ficar mais claro e hoje com o PIBID consigo “vê” minha prática intercalada nas teorias.  
No terceiro semestre comecei a participar do projeto PIBID, a partir daí foi se abrindo caminhos para melhor compreensão e entendimento de tudo aquilo que estava sendo estudado na faculdade, até então era tudo muito vago na minha cabeça. Durante esse período no PIBID fomos desenvolvendo estudos e atividades que para a minha formação foi muito marcante destaco aqui como os principais os estudos sobre saberes docente. Os saberes docente gestão de classe, saberes curriculares, formação profissional proporcionaram-me compreender na prática como lhe dá com os momentos imprevisíveis em sala de aula. Pois, no exercício cotidiano nos deparamos com situações desafiadoras que necessitam de habilidades para contermos o momento. Segundo Tardif, “são os saberes que resultam do próprio exercício da atividade profissional. Esses saberes são produzidos pelos docentes por meio da vivência de situações específicas relacionadas ao espaço da escola e às relações estabelecidas com alunos e colegas de profissão” (p. 38).
Esses momentos além de aprendizagem e conhecimentos proporcionara-me refletir sobre minha prática docente. Aprendi muito durante todo esse percurso e sei que ainda tenho muito a aprender, que ainda tropeço em muitas coisas, mas depois de participar do PIBID tenho um novo olhar no que se refere a minha formação e mais clareza naquilo que futuramente pretendo atuar.No desenho trago também um símbolo “infinito”, representando a continuidade da minha formação enquanto profissional, o PIBID vem viabilizando a continuação da minha formação. Hoje percebemos a necessidade do educador está em constante processo de formação, buscando sempre se qualificar cada vez mais para melhor desenvolvermos nossas competências e habilidades nas práticas educacionais.Além disso, percebo a importância da continuação da minha formação não apenas para minha realização pessoal, e sim pelo compromisso que me dispus a fazer na profissão que escolhi. Serei responsável em contribuir para a formação humana de cada crianças que por me passar no seu processo de alfabetização. De acordo com Freire (1980, p. 20), “a educação deve preparar, ao mesmo tempo, para o juízo crítico das alternativas propostas pela elite, e dar a possibilidade de escolher o próprio caminho”, nesse sentido, buscarei desenvolver minha prática docente com o propósito de educar um ser crítico e consciente do seu papel na sociedade.Enfim, ao longo desse caminho cada prática realizada e teóricos estudados têm sua importância e contribui bastante para minha formação enquanto “futura pedagoga”. Acredito que todos os conteúdos adquiridos ao longo do percurso servirão como base para uma postura pedagógica capaz de contribuir para uma melhoria no campo educacional.

REFERÊNCIAS:

FREIRE. Paulo. Conscientização- Teria e prática da libertação ao pensamento de Paulo Freire.  Editora Centauro. São Paulo.  1980.

TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002.




quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Aprendendo Porque Devo Reciclar

Planejar é o momento de repensarmos sobre nossas ações e necessidades que precisam ser trabalhadas em sala de aula, considerando estes aspectos, começamos a pensar sobre nossas próximas ações pedagógicas, a partir da construção do plano de aula. Assim, sendo decidimos a trabalhar com o tema RECICLAGEM, pois percebemos na escola a necessidade de conscientizarmos os alunos sobre a importância da reciclagem para o meio ambiente, uma vez que, além de preserva-lo, também contribuirá na geração de empregos, sobretudo na economia do país.
            Partindo desse anseio, nosso principal objetivo para essa intervenção foi possibilitar que os alunos reflitam sobre a defasagem que o meio ambiente vem sofrendo em relação aos residos

que estão sendo descartados em meio a natureza, principalmente aos chamados lixo eletrônicos, pois, nestes contém vários componentes e substâncias que além de poluírem a natureza também causam graves doenças na sociedade.

Iniciamos o trabalho socializando o vídeo “Um dia na vida de uma cooperativa de catadores”, com intuito de conscientizá-los sobre a importância da atuação dos catadores de materiais reciclados para a preservação ambiental. Percebi que obtivemos resultados durante as aulas, os alunos se envolveram com as atividades propostas e desenvolvemos como planejamos. Trabalhar com reciclagem no  contexto escolar é dizer sim a natureza, pois sabemos que está é fonte de todos os recursos que necessitamos para viver.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Trabalhando Com Bilhetes


           Para dá continuidade a nossa sequencia didática, decidimos trabalhar na VI intervenção com o gênero “bilhete”, pois percebemos que para a reescrita o texto é mais curto e direto, possibilitando assim, que os alunos reescreva o texto por completo. Decidimos trabalhar com esse gênero textual  pelo fato de ser mais curto e de fácil compreensão, pois, nas últimas intervenções percebemos que os alunos tiveram dificuldades para desenvolverem textos maiores.  A turma demonstraram muito agitada, porém, com a ajuda da professora Jocelice conseguimos ministrar a aula e alcançar os objetivos.
     
         Iniciamos a aula socializando alguns modelos de bilhetes, em seguida perguntamos se algum deles já recebeu ou mandou para alguém um bilhete. E a maioria das repostas era que já receberam, mas raramente mandaram. Então explicamos a estrutura de um bilhete e como ele deve ser escrito. Hoje com o avanço das tecnologias, percebe-se que as pessoas estão perdendo o hábito de escrever bilhetes ou cartas manuscritas, apesar dos bilhetes e as cartas despertarem mais sentidos, as pessoas ainda assim preferem mandar mensagens por celulares, e-mails e nas redes sociais, o que é uma pena a diminuição dessa ação.

           













terça-feira, 6 de outubro de 2015

Reflexão Sobre Gestão de Classe: Segundo as Categorias de Gauthier

Para iniciarmos o trabalho de gestão de classe, fomos à escola em duas tarde, para fazermos uma breve observação e levantamento dos pontos relevantes da proposta da atividade. Percebemos que não é uma tarefa fácil, porém necessária para o bom desenvolvimento da aula, liderar ma sala de aula é descobrir e potencializar possibilidades a partir das diferenças que encontramos na classe.

Na intervenção realizada pela professora Jocelice, pude perceber em diversos momentos, atitudes que iam de encontro com a teoria de Gauthier, a docente atuai naturalmente e aplica as regras estabelecidas para que se mantenha ordem na sala, segundo Gauthier, “aqueles que melhor gerenciam suas salas de aula se baseiam em três princípios para criar um clima de ordem: 1) a simplicidade; 2) a familiaridade; 3) a rotinizaçã”. Percebi que a professora faz uso desses princípios para o bom desenvolvimento das aulas.


Para me esse trabalho foi de muito aprendizado, pois quando estamos na sala de aula para realizarmos as intervenções, não nos atentamos de como agir diante cada caso ocorrido, para isso devemos nos afastar um pouco das atividades e observar como acontece nas “entre linhas” a gestão da classe.



quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Enfrentando os Desafios e Aprendendo a ser Professor

Depois de socializarmos os resultados do segundo diagnósticos começamos a pensar sobre o que planejar para nossas próximas intervenções, pensamos em uma proposta que atendesse as necessidades apresentadas nos gráficos da aplicação do diagnóstico. Baseado na principal demanda da turma, propomos desenvolver um plano que estimulasse a leitura e produção textual.

   Ao iniciarmos a aula os alunos demonstraram-se está bem tranquilos naquele dia, e assim começamos a discorrer o assunto  planejado para esse dia, a aula ocorreu de maneira bem pacífica. Buscamos organizar cinco grupos, cada bolsista com em média seis alunos para orientação dos textos produzidos por eles.

 Refletindo sobre minha prática no PIBID, posso dizer que durante esses dois anos de participação no projeto aprendi muito sobre o que é ser professor e lecionar uma boa aula. Como diz Kant, ser professor é posicionar-se perante o mundo, é criar vínculos e intimidade com o educando, problematizando o saber no contexto social na qual o grupo está incluído, exercitando o uso público da razão. (KANT, pág. 19).

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Hora de Socializarmos os Resultados do II Diagnósticos


No dia 06 de agosto nos reunimos no CCI para socializarmos com os demais bolsistas, coordenadoras e supervisoras do projeto os resultados levantados a partir da aplicação da II atividade diagnostica e as reflexões registradas nos blogs. Iniciou-se a reunião com as leituras e comentários das reflexões de alguns bolsistas, esse momento é enriquecedor para nossa formação, pois aqui, compartilhamos nossas dúvidas e dilemas que marca os nossos passos na escola.
 Comparando a atividade diagnostica II com a atividade I que foi aplicada no início do ano letivo, percebemos resultados positivos, onde nos gráficos aponta avanços principalmente na leitura e escrita, para que os avanços sejam visíveis com mais rapidez deve se trabalhar com sentido de construir significados, através de atividades em que a participação do aluno seja fundamental, muito se tem discutido a respeito do processo de leitura e escrita, que para me, é a questão principal das nossas ações na escola, contribuir juntamente com a professora para que esse processo se dê de forma marcante e significativa, além de nos tornarmos bons e responsáveis profissionais. No decorrer das intervenções aplicadas na escola percebi avanços significativos dentre eles o envolvimento mais ativo das crianças na aula, assim como o interesse dos alunos para responder as atividades propostas.