quinta-feira, 17 de agosto de 2017

SÃO JOÃO É CULTURA É ALEGRIA...

E se inicia o mês junino, mês de muita alegria, comidas e brincadeiras. E então, para esse mês elaboramos atividades que contemplasse o tema junino, pois a cultura nordestina é forte de riqueza cultural. A participação dos alunos foi significativa, pois dividimos a turma em grupos para pra a realização de uma pesquisa sobre a vida do Rei do Baião Luís Gonzaga, já que a cidade estava proporcionando uma festa em homenagem ao artista. A pesquisa envolveu os familiares dos alunos e a troca de experiência foi bem relevante. Orientamos os alunos para levarem de casa algumas informações sobre o artista para que a partir daí construíssemos uma apresentação televisiva dos grupos.
 Ao longo da aula fizemos uma introdução sobre o que é o são João e de que maneira esse evento cultural contribui para a economia da cidade. Quanto à aplicação e exposição do conteúdo foi tranqüilo os alunos estavam bem atentos talvez por ser um tema que desperta emoções.

Para o ultimo dia da intervenção, fizemos uma comemoração com as comidas, brincadeiras e músicas juninas. Foi um momento de muita descontração, os alunos em sua maioria são bem participativos e isso vez com que nossa aula fosse bem produtiva. Contudo, a cada intervenção sinto que minha participação no programa, está valendo a pena para minha formação essa experiência com certeza irá proliferar na minha postura profissional, percebo que a cada intervenção venho desenvolvendo melhor minha prática, pois segundo Arroyo (2000), a atuação do professor implica na articulação de uma gama de saberes construídos no cotidiano do seu exercício profissional, assim entende-se que nos tornamos professores com o decorrer das experiências vividas no dia a dia.

APLICAÇÃO DO DIAGNÓSTICO 2017.1

Mais uma vez iniciamos nossos trabalhos na escola Vilma Brito Sarmento, como de costume nosso primeiro passo foi a partir da aplicação do diagnóstico de leitura e escrita para avaliarmos os níveis de leitura que os alunos apresentavam. Como já conhecíamos a turma tudo ocorreu naturalmente. Para a construção do material fomos até a professora regente para que ela nos ajudasse da melhor maneira possível na escolha do tema e assunto a ser apresentado aos alunos, pois a professora conhece o contexto e as necessidades da turma por está todos os dias presente na sala, diferente de nós bolsistas que só nos apresentamos quinzenalmente.
Após a aplicação do diagnóstico nos encontro para fazer a analisamos os níveis de leitura, produção de texto e escrita de cada aluno, com amparo da professora supervisora. Percebi que o nível da turma nos descritores selecionados tiveram um avanço significativo em relação aos diagnósticos anteriores que fizemos. De acordo com Moré (2000, p. 72), o processo de internalização envolve meditação compartilhada de significado do instrumento que irá proporcionar a operação abstrata do pensamento, à medida que esse processo é internalizado, passando a ocorrer sem a ajuda do outro, a atividade mediada transforma em processo intra psicológico dando origem a atividade voluntária. Assim a criança aprende de forma mais eficaz através de atividades coletivas.
 A partir da aplicação do diagnóstico percebemos que os resultados foram bem divergentes dos diagnósticos anteriores e isso me motivou muito, pois, percebi que a parceria professora/bolsistas está dando bons resultados e avanços. Entretanto, ainda é necessário de estimular a elaboração de hipóteses nas questões elaboradas para que com isso os alunos sinta a necessidade de pensar mais sobre os assuntos no momento de resolver as questões propostas.


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

JOGOS E BRINCADEIRAS ANTIGAS

Mais uma vez chega o dia de irmos a escola, no primeiro momento mim sentir um pouco apreensiva, pois a classe estava um tanto quanto agitada, talvez por conta de esta se aproximando o termino do ano letivo, mas eu juntamente com as minhas colegas Mariana e Tairini conseguimos controlar a sala, buscamos manter a turma em ordem e conter a conversa paralela, mais uma vez a professora Lúcia utilizou de suas estratégias e nos ajudou na gestão de classe, percebi que a professora agiu naturalmente, utilizando algumas regras que segundo Gauthier é fundamental para manter a sala em ordem, e então, demos início ao trabalho planejado.
No primeiro momento da intervenção exibimos o vídeo “Jogos e Brincadeiras antigas”, cujo  o objetivo principal foi mostrar as crianças a importância daquelas brincadeiras e jogos que infelizmente hoje não fazem parte do universo infantil, pois, os meios tecnológicos tomaram conta da cultura lúdica, computadores, tablets, games passaram a ser os novos passa tempo favoritos para está gerações. Entendemos que os meios tecnológicos quando bem utilizados são mecanismos para o processo de aprendizagem das crianças, porém, estes contribuíram para que as brincadeiras populares se tornassem menos interessantes para os pequenos.
Por meio dos jogos e brincadeiras tais como, baleado, corrida de saco, dança da cadeira, corrida com a bola na testa, o que tem na caixa e outros, pretendeu-se potencializar o ensino aprendizagem dos alunos e consequentemente formar sujeitos críticos e cientes dos valores que permeia a boa convivência na sociedade. Buscamos deixar claro a importância do resgate dos jogos e brincadeiras, bem como o respeito às regras estabelecidas para que se tenha um bom desenvolvimento.

No decorrer da aula encaminhamos os alunos para a quadra da escola com intuito de desenvolvermos as brincadeiras, percebi como ponto positivo o envolvimento dos alunos, a iniciativa e autoconfiança ao desenvolverem as atividade.

REGIÕES E COMIDAS TÍPICAS

Mais uma vez chega o dia de irmos a escola, no primeiro momento mim sentir um pouco apreensiva, pois a classe estava um tanto quanto agitada, talvez pelo falo da semana anterior ter acontecido uma passei para comemoração do dia das crianças, e naquele momento os comentários sobre o passeio estava sento o assunto do dia. Buscamos manter a turma em ordem e conter a conversa paralela, mais uma vez a professora Lúcia utilizou de suas estratégias e nos ajudou na gestão de classe, percebi que a professora agiu naturalmente, utilizando algumas regras que segundo Gauthier é fundamental para manter a sala em ordem.


E então, iniciamos a aula socializando os diversos pratos típicos mais conhecidos em cada região do Brasil, a intervenção foi dividida em três etapas para melhor trabalharmos as cinco regiões do Brasil e que o aprendizado fosse concretizado como planejamos. Nosso principal objetivo para essa intervenção foi apresentar aspectos históricos e culturais da culinária brasileira, além disso, localizar regiões, estados e capitais no mapa brasileiro.
Percebi como ponto positivo o envolvimento dos alunos nas atividades propostas.


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR

Mais uma vez fomos orientados para planejarmos a próxima intervenção e dessa vez pensamos em trabalhar ritmos musicais. Traçamos como um dos principais objetivos para essa intervenção o reconhecimento dos variados ritmos musicas que a música brasileira nos proporciona, pois muitas vezes não valorizamos nossa diversidade musical por não ter conhecimento da finalidade que a música proporciona no desenvolvimento humano. No contexto escolar, além de facilitar à aprendizagem, o aluno também aprende a escutar, melhora o vocabulário, expressa seus sentimentos, a música é um instrumento facilitador do processo de aprendizagem.
            Cientes então, do nosso objetivo começamos a planejar nossa inda à escola, no primeiro dia introduzimos o assunto socializando um “vídeo” onde deste foi mostrado diversos ritmos musicais e os principais instrumentos utilizados em cada ritmo. Em segunda complementamos o vídeo como texto “diversidade musical no Brasil”, para melhor compreensão do assunto, ao longo da aula realizamos uma atividade impressa para finalizar o dia.
            No segundo dia, demos continuidade com a atividade do dia seguinte, pois não concluímos o plano do dia por conta de alguns imprevistos que a escola estava passando no momento. Mas, isso não vez com que nossa intervenção fosse improdutiva, ao planejarmos a aula, é tão fácil idealizar cada momento do plano, porém, na prática às vezes vivemos outra realidade e estratégias são necessárias para contornar o momento.
            Para o terceiro dia da oficina, escolhemos cinco ritmos musicais e dividimos a sala em grupos com o intuito de produzirmos um instrumento que representassem cada ritmo escolhido. Logo após as equipe apresentaram os instrumentos produzidos para toda turma. Foi um momento de muita descontração, os alunos em sua maioria são bem participativos e isso vez com que nossa aula fosse bem produtiva.
            Contudo, a cada intervenção sinto que minha participação no programa, está valendo a pena para minha formação essa experiência com certeza irá proliferar na minha postura profissional, percebo que a cada intervenção venho desenvolvendo melhor minha prática, pois segundo Arroyo (2000), a atuação do professor implica na articulação de uma gama de saberes construídos no cotidiano do seu exercício profissional, assim entende-se que nos tornamos professores com o decorrer das experiências vividas no dia a dia.







domingo, 28 de agosto de 2016

AMIZADES NAS REDES SOCIAIS

Mais uma etapa se inícia e chega a hora de planejarmos nossas ações para adentrarmos na escola.
Planejar é o momento de pensarmos sobre nossas ações e refletir sobre nossa prática é também o momento de identificar as necessidades que precisam ser trabalhadas em sala de aula. Considerando estes aspectos, começamos a pensar sobre nossa ação pedagógica, a partir da construção do plano de aula que teve como tema central “Amizades nas redes sociais”.
O tema proposto surgiu a partir da necessidade de conscientizarmos e orientar os alunos do 4º Ano sobre a importância das redes sociais como também os riscos e perigos que estas oferecem. Muitos são os motivos que nos levam a participar das redes sociais, tais como: socialização, entretenimento, projetos, eventos, a busca pelo conhecimento entre outros, porém as redes sociais não é um ambiente onde devemos postar todos os nossos momentos nem t
ão pouco interagir com qualquer pessoa sem ao menos saber de quem se trata.

Partindo desse pré-supostos, desenvolvemos nossa oficina com a pretensão de orienta-los como manusear estes ambientes virtuais com segurança. Iniciamos o trabalho socializando o tema, com o intuito de levantarmos os conhecimentos prévios sobre o assunto a ser desenvolvido. Percebemos que estavam bem engajados em relação ao tema, afinal as redes sociais é um espaço fascinante, porém fez-se necessário discorrermos sobre como utilizá-las com prudência e responsabilidade, pois o mal uso pode se transformar em um grande problema. Ao final percebi que obtivemos grandes resultados, os alunos foram participativos e se envolveram nas atividades propostas.

Refletindo sobre minha prática, posso dizer que durante esses dois dias de intervenção aprendi e muito com os alunos, pois nunca estamos completamente com conhecimentos formados sem nada à mais para acrescentar, esses momentos sem dúvida servirão como base para a minha postura profissional.

domingo, 13 de março de 2016

REFLETINDO SOBRE MINHA PARTICIPAÇÃO NO PIBID



Através das imagens que criei vou descrever minha experiência no programa PIBID, buscarei viabilizar um diálogo entre a teoria e minha prática. As imagens representam minha experiência durante todo percurso de dois anos, onde tive a oportunidade de conhecer de perto a realidade da escola e apropriar-me de conhecimentos valiosos, dando-me embasamento para os eventuais problemas que permeiam o contexto escolar. Nas imagens trago uma “escada”, simbolizando minha trajetória estudantil. Perpassei por vários momentos difíceis ao longo do caminho principalmente no primeiro ano em que ingressei na faculdade, tive que adaptar-me ao novo estilo de vida e ritmo de estudos, começar a estudar com mais complexidade e profundidade aquilo que tinha sido apenas pincelado no ensino médio e muitas vezes, assuntos que nem nunca tinha ouvido falar. Considero minha entrada na universidade como uma descoberta de um mundo novo cheio de desafios que necessitei enfrenta-los. No início da caminhada tudo parecia ser muito fácil, pois começamos com as rodas de conversa e discussões de temas mais simples logo depois vieram os estudos sobre os teórico e as teorias que iram me dá subsídios para o exercício na minha profissão, e eu não conseguia relacionar a teoria com a prática, mas a partir do momento em que fomos para o chão da escola tudo começou a ficar mais claro e hoje com o PIBID consigo “vê” minha prática intercalada nas teorias.  
No terceiro semestre comecei a participar do projeto PIBID, a partir daí foi se abrindo caminhos para melhor compreensão e entendimento de tudo aquilo que estava sendo estudado na faculdade, até então era tudo muito vago na minha cabeça. Durante esse período no PIBID fomos desenvolvendo estudos e atividades que para a minha formação foi muito marcante destaco aqui como os principais os estudos sobre saberes docente. Os saberes docente gestão de classe, saberes curriculares, formação profissional proporcionaram-me compreender na prática como lhe dá com os momentos imprevisíveis em sala de aula. Pois, no exercício cotidiano nos deparamos com situações desafiadoras que necessitam de habilidades para contermos o momento. Segundo Tardif, “são os saberes que resultam do próprio exercício da atividade profissional. Esses saberes são produzidos pelos docentes por meio da vivência de situações específicas relacionadas ao espaço da escola e às relações estabelecidas com alunos e colegas de profissão” (p. 38).
Esses momentos além de aprendizagem e conhecimentos proporcionara-me refletir sobre minha prática docente. Aprendi muito durante todo esse percurso e sei que ainda tenho muito a aprender, que ainda tropeço em muitas coisas, mas depois de participar do PIBID tenho um novo olhar no que se refere a minha formação e mais clareza naquilo que futuramente pretendo atuar.No desenho trago também um símbolo “infinito”, representando a continuidade da minha formação enquanto profissional, o PIBID vem viabilizando a continuação da minha formação. Hoje percebemos a necessidade do educador está em constante processo de formação, buscando sempre se qualificar cada vez mais para melhor desenvolvermos nossas competências e habilidades nas práticas educacionais.Além disso, percebo a importância da continuação da minha formação não apenas para minha realização pessoal, e sim pelo compromisso que me dispus a fazer na profissão que escolhi. Serei responsável em contribuir para a formação humana de cada crianças que por me passar no seu processo de alfabetização. De acordo com Freire (1980, p. 20), “a educação deve preparar, ao mesmo tempo, para o juízo crítico das alternativas propostas pela elite, e dar a possibilidade de escolher o próprio caminho”, nesse sentido, buscarei desenvolver minha prática docente com o propósito de educar um ser crítico e consciente do seu papel na sociedade.Enfim, ao longo desse caminho cada prática realizada e teóricos estudados têm sua importância e contribui bastante para minha formação enquanto “futura pedagoga”. Acredito que todos os conteúdos adquiridos ao longo do percurso servirão como base para uma postura pedagógica capaz de contribuir para uma melhoria no campo educacional.

REFERÊNCIAS:

FREIRE. Paulo. Conscientização- Teria e prática da libertação ao pensamento de Paulo Freire.  Editora Centauro. São Paulo.  1980.

TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002.