Depois
da aplicação do diagnóstico na turma do 5º ano, nos encontro do dia 06/04 para analisamos
os níveis de leitura, produção de texto e escrita de cada aluno, com amparo das
professoras supervisoras. Percebi que o nível da turma no descritor escrita não estava tão ruim quanto
pensava, mas vejo que ainda assim, a escrita precisa ser trabalhada com intensidade
para que a classe avance cada vez mais. De acordo com Moré (2000, p. 72), o
processo de internalizarão envolve meditação compartilhada de significado do
instrumento que irá proporcionar a operação abstrata do pensamento, à medida
que esse processo é internalizado, passando a ocorrer sem a ajuda do outro, a
atividade mediada transforma em processo intra psicológico dando origem a
atividade voluntária. Assim a criança aprende de forma mais eficaz através de
atividades coletivas.
O
gráfico nos mostrou que 11% dos alunos ainda se encontram no nível
silábico-alfabético, 12% estão no nível silábico. Na do diagnóstico percebemos
que algumas crianças têm dificuldades para atribuir valor sonoro a letras (seja
vogais ou consoantes), já os que estão no nível silábico-alfabético já
reconhecem o som das letras, entretanto elas precisam ser estimuladas a
continuar a elaborar hipóteses, sendo necessárias intervenções adequadas.
MORE,
Sônia Maria Coelha. O Mundo da
Escrita e Sua Concepção sócio-histórica.

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